Casos e Vozes

A Conferência TICAL e o Encontro Latinoamericano de e-Ciência (30 de agosto a 2 de setembro, online) anunciaram no início de maio o nome do polonês Pawel Świeboda como um de seus principais palestrantes. Sua nacionalidade já soa “diferente” para o público latinoamericano (é a primeira vez que os eventos terão um palestrante da Polônia) e sua área de trabalho ainda mais: Świeboda é o Diretor Geral do Projeto Cérebro Humano (HBP), uma das maiores iniciativas de pesquisa do mundo na área de ciências do cérebro. Mas... o que o cérebro humano tem a ver com os esforços de pesquisa e educação promovidos pelas redes avançadas e universidades? A resposta é... tudo. E é isso que você vai ler a partir de agora.

A conectividade pode ser um grande obstáculo para organizações globais de pesquisa colaborativa. Essas iniciativas estão progressivamente ganhando destaque no mundo, à medida que a humanidade busca enfrentar os desafios mais urgentes de nosso tempo e responder perguntas sobre o universo.

Erik, no fim de março completamos um ano desde que o mundo foi atingido pela pandemia do COVID-19 e que GÉANT fechou seus escritórios em Amsterdã e em Cambridge. Vamos falar sobre como gerenciar uma organização a partir do home-office. Quais são suas principais reflexões após um ano?

A Universidade Nacional Agrária (UNA), membro da Rede Universitária Nicaraguense de Banda Larga (RUNBA), do Conselho Nacional de Universidades (CNU), iniciou no último dia 12 de fevereiro de 2021 a conexão de sua rede de dados à rede mundial mediante o protocolo IPv6. Por meio desta ação, RUNBA ganhou acesso direto aos serviços de Google, Microsoft e AWS por meio de RedCLARA.

A rede acadêmica chilena (REUNA) anunciou no último dia 16 de março, o lançamento da Rede Universitária de Telemedicina do país, RUTE-Chile, a primeira rede fora do Brasil na área de educação e pesquisa em saúde.

(Comunicado de prensa de la Colaboración Pierre Auger) La Colaboración Pierre Auger anuncia la liberación del 10% de los datos registrados por el mayor detector de rayos cósmicos del mundo. Estos datos se ponen a disposición del público con la esperanza de que sean utilizados por una comunidad amplia, diversa, que incluya profesionales y ciudadanos-científicos. Con estos datos y con la plataforma informática que los soporta se aspira a generar iniciativas educativas y de divulgación. Aunque la Colaboración Auger ya ha publicado datos previamente, la presente publicación es mucho más amplia en cuanto a la cantidad y el tipo de información. Esto los hace muy adecuados tanto para fines educativos como para investigación científica. Se puede acceder a los datos en www.auger.org/opendata [1].